Contato

Contato
floralpet@gmail.com 12 98877-1614

"Tratar um cão como ser humano também se trata de Maus tratos aos animais"


"Tratar um cão como ser humano também se trata de Maus tratos aos animais"

O especialista canino César Millán explicou como o afeto excessivo pode afetar os animais de estimação.

Hoje em dia, os animais de estimação ocupam um grande espaço entre os seres humanos. Até cães e gatos se tornaram filhos e membros da família. Tanto que o especialista em caninos Cesar Millán considera que esse excesso de afeto foi transformado em abuso animal. 

O amor pelos animais faz com que as pessoas os tratem como seres humanos e por isso você poderá vê-los em restaurantes de luxo para cães, escolas, festas de aniversário, clubes, salões de beleza, lojas de roupas e outros estabelecimentos.
Cesar Millan explicou que, embora os donos de cães façam isso porque amam seus animais de estimação, isso não significa que seja um bom negócio. Pelo contrário, humanizar os animais faz com que eles percam sua identidade, que se sintam frustrados, ansiosos e inseguros.
"As necessidades do animal não estão sendo levadas em conta. O ser humano tem se concentrado em ser profissional e não em ter uma família. É por isso que eles querem preencher esse vazio com animais. Mas os animais se sentem incompletos porque não são seres humanos e têm outras necessidades físicas e psicológicas ", disse Millán em entrevista à revista mexicana Contenido . 
Millan também disse que há 50 anos os problemas psicológicos dos cães não eram tão frequentes porque eram tratados como animais e estavam em grandes espaços. Agora eles moram dentro de uma casa, entediados e sem atividade física.
"Um cachorro na rua se comporta melhor do que aquele que mora dentro de casa. - Millán acrescentou - Ele tem esse desafio para sobreviver, procurar comida e desenvolver todas as suas habilidades. O cachorro que mora na casa não tem trabalho, não anda mais de 15 minutos, não tem propósito ".
Esse problema já está sendo analisado por outros especialistas, como o americano Gary Francione, advogado e especialista em direitos animais, que considera que a humanização dos animais é moralmente negativa porque impõe sofrimento desnecessário. Francione considera que os proprietários impõem regras humanas desrespeitosas que vão de penteados a maquiagem, e essa tentativa contra a identidade do animal.  
O debate agora sobre os direitos dos animais é descobrir o que vive mais feliz: O cão vadio que vagamente segue seus instintos, sem estar sujeito a qualquer regra, ou que está no sofá em uma casa isolada do resto de seus pares ?



Confirmado: seu cachorro adora que você use voz de bebê

Você fala com o seu cachorro como se ele fosse um bebê? 

Bom, pode continuar. Um artigo científico publicado na semana passada revelou que os mascotes prestam mais atenção e gostam mais quando os seres humanos falam com a linguagem simplificada e a voz mais aguda que mães costumam usar para se dirigir aos seus filhos nos primeiros anos de vida.
Esse fenômeno linguístico, chamado por especialistas de “maternês”, é um mistério para a ciência. Especula-se que a mudança de vocabulário e tom de voz ao se dirigir a crianças muito novas ajude na aquisição de linguagem, além de fortalecer laços emocionais. Usar a mesma tática para “conversar” com animais de estimação é um hábito comum nos países ocidentais, mas ninguém sabia se ela realmente fazia efeito com mamíferos de quatro patas.
Para descobrir, foram feitos dois experimentos. 37 cachorros, 20 machos e 17 fêmeas, participaram do primeiro. Eles foram colocados em salas com seres humanos, que ora falaram conteúdo interessante para os cachorros (como “vamos passear?”) com voz de bebê, ora falaram conteúdo adulto (como “fui ao cinema”) com voz normal. Os cachorros se entusiasmaram muito mais no primeiro caso, sinal de que eles não só se interessam mais pelo “maternês” como também sabem quando o vocabulário usado diz respeito a eles. Quando os animais puderam escolher com qual dos interlocutores teriam contato físico, eles optaram consistentemente pelos falantes de voz aguda e fala emotiva.

Com um porém: o conteúdo da "conversa" com o animal precisa ser relevante para ele. Não adianta tentar contar seu dia no trabalho.

Bruno Vaiano  Super Interessante

Segundo estudo, amor entre cachorro e dono é o mesmo de mãe e filho ...

Resultado de imagem para cão e tutora     Mãe de cachorro também é mãe.
E, se alguém ainda duvidava disso, agora um estudo vem esclarecer de vez essa questão. Segundo uma pesquisa realizada pela universidade japonesa Azabu, de fato existe um vínculo especial entre o homem e seu melhor amigo. Esse vínculo é construído a partir de um processo hormonal ativado quando se olham, que funciona de maneira muito semelhante ao que se dá entre mãe e filho. 
É que esse olhar dispara tanto no cachorro quanto no seu dono os níveis de ocitocina no cérebro, hormônio relacionado a conduta paternal e maternal. A ocitocina atua também como neurotransmissor no cérebro e tem um papel importante no reconhecimento e estabelecimento de vínculos sociais, assim como na formação de relações de confiança.
Para realizar a pesquisa, os cientistas colocaram vários cachorros com seus donos em um quarto, e analisaram cada interação entre eles durante 30 minutos. Depois, mediram os níveis de ocitocina tanto na urina dos cães como na de seus donos, e descobriram que o contato visual constante entre eles elevava os níveis do hormônio nos cérebros de ambos. Em um segundo experimento, os pesquisadores passaram ocitocina nos focinhos de alguns cachorros e os colocaram em um quarto com seus donos e alguns desconhecidos. A resposta nos animais foi que eles passaram mais tempo olhando para seus donos, o que após meia hora, fez com que os níveis de ocitocina crescessem também nos donos.
Resultado de imagem para cão e tutora
“O MESMO MECANISMO DE CONEXÃO, BASEADO NO AUMENTO DA OCITOCINA AO SE OLHAREM, QUE FORTALECE OS LAÇOS EMOCIONAIS ENTRE MÃES E SEUS FILHOS, AJUDA A REGULAR TAMBÉM O VÍNCULO ENTRE OS CACHORROS E SEUS DONOS”, CONCLUIU O ESTUDO.

Artigo de Juju Massena
*Fonte: Site ATL Girls (Rede Atlântida) 

Perda do melhor AMIGO...

"Quando o nosso cão ou gato morre, sentimo-nos tão vazios como se tivéssemos perdido um filho, um irmão ou um de nossos pais. Experimentamos uma dor imensa que não se pode comparar a nada e que é difícil de explicar. Neste artigo, contaremos por que a morte de um animal de estimação dói igual à de um familiar.

A dor pela morte de nosso animal de estimação

Aqueles que amam os animais sabem que não existe uma dor maior do que a de perdê-los. Os cães e os gatos passam muitos anos ao nosso lado para que a morte deles nos seja indolor. Só o ato de pensarmos que algum dia eles morrerão, nos dá um nó na garganta. Entretanto, temos que levar em conta que cedo ou tarde isso acontecerá e que é preciso que estejamos preparados.
A conexão que experimentamos com os animais de estimação é tão grande que não podemos imaginar a vida sem eles. Nada será como antes, porque seu amor e sua lealdade eram como um bálsamo entre os nossos problemas.
Infelizmente, o ciclo de vida destes animais de companhia é muito menor do que o nosso. Portanto, é natural que sejamos nós que venhamos a sofrer pela morte de nosso animal de estimação. De acordo com psicólogos, isso gera um grande impacto emocional nas pessoas, tal e como acontece quando um membro de nossa família morre. Por quê? Porque o cão ou o gato também formam parte desse núcleo íntimo.
Além disso, como indica um estudo da Universidade do Havaí, a dor provocada pela morte do animal de estimação não só é intensa e profunda, mas também dura bastante tempo. Uma em cada três pessoas consultadas disseram que sofreram pelo menos seis meses depois da perda.

A morte de um animal de estimação, o final de uma relação mais que especial

Os animais de companhia nos oferecem seu amor, seu apoio e sua lealdade (em muitos casos, mais do que recebemos de outras pessoas). Devido a isso, quando eles morrem, perdem-se ou são roubados, experimentamos o que os cientistas chamam de “fim de uma relação especial”.
A dor pela perda do animal de estimação não costuma ser compreendida por aqueles que não têm um cão ou um gato. Eles acham estranho que alguém chore desconsoladamente por um animal, se o que morre é um cão ou um felino, desprezam os sentimentos.Como cada vez mais casais e famílias adotam um animal de estimação e o transformam em um membro a mais da casa, é habitual que se organizem funerais e enterros como se se tratasse de uma pessoa. Inclusive há cemitérios especiais para animais de companhia.

Como superar a morte de um animal de estimação

Não importa se seus amigos ou familiares não lhe entendem ou dizem que você é exagerado por se sentir triste pela morte de um animal de estimação. Se seu cão ou gato morreu, você deve expressar sua tristeza e confrontar a perda. Tire o tempo que necessitar para atravessar este horrível momento.
Embora não tenha que derramar milhares de lágrimas, não as reprima. Alivie toda sua dor através do choro.
Não se deve assumir a culpa pelo ocorrido, já que essa não é a melhor maneira de encontrar alívio. Simplesmente seu animal de estimação morreu e isso não é sua responsabilidade. É melhor que você esteja tranquilo consigo mesmo e que se perdoe.
Seja paciente, já que, durante as primeiras semanas, você se sentirá realmente triste. Se não tiver vontade de falar do assunto, não fale, se preferir passar o final de semana dentro de casa, faça isso. Mas leve em conta que, em algum momento, você deverá retomar a sua vida habitual.
Por último, lembre-se de seu cão ou gato fazendo travessuras e estando feliz ao seu lado. Tente não guardar nenhum elemento que ele utilizava, porque isso causará mais dor. Certamente há muitos animais sem lar que necessitam de comida, camas e brinquedos. E espere um tempo prudencial para levar outro animal de estimação para casa. Uma vez que você saiba que não será uma substituição, você estará preparado para dar a oportunidade para essa nova vida entrar em seu lar."   www.meusanimais.com.br
Os Florais são excelentes nesses momentos de perda, trazendo paz e conformidade para toda família.
Em muitos casos os Florais ajudam no desprendimento dessa ligação fortíssima entre os Pets e os Pais de Pets, que justamente por ela, na maioria das vezes prolonga um grande sofrimento ao animalzinho...
CUIDE DO EMOCIONAL do seu Filho Pet e de toda sua Família com os Florais 
Nunca deixe um cachorro sozinho por muito tempo, pois ele sofre. E muito!

Belo era um cachorro brincalhão, que dava muitas alegrias a seus humanos. Ele fora adotado pela família na época em que a mãe estava grávida e de licença-maternidade. Assim, Belo vivia integrado na família, tendo sempre a companhia de alguém.
Nunca deixe um cachorro sozinho por muito tempo, pois ele sofre. E muito!Um tempo depois, a criança foi para uma creche e a mãe voltou a trabalhar. Depois da creche, a criança era buscada pelos avós, que a levavam para casa, onde ficava então até a mãe voltar, o que normalmente ocorria 8 a 10 horas depois. 
Belo passava todo esse tempo sozinho em casa.
Aos poucos, o animal foi esmorecendo, perdendo seu jeito alegre, ficava triste pelos cantos durante o dia todo, aguardando a família chegar. Quando alguém chegava, ele ficava tão ansioso que não se controlava, latia e uivava e urinava involuntariamente por causa da apreensão segurada durante todo o dia.
Pela manhã, antes da mãe sair para levar a criança para a creche e depois ir trabalhar, Belo começou a ficar agressivo e rabugento, pois não queria que todos fossem embora e o deixassem novamente sozinho. Isso fazia com que Belo começasse a destruir literalmente toda a casa assim que ficava só, roendo sapatos, rasgando o sofá e aprontando até cansar e cair exausto e deprimido em um canto para, apático, esperar pelo retorno de sua matilha.
Situação horrível, não? Mas é bem mais comum do que se imagina, assim ou de forma semelhante.
Cachorros são animais altamente sociais, que vivem em matilhas
Como seus parentes selvagens, os lobos, os cães também precisam do grupo para se sentirem úteis e bem. Cachorros precisam da companhia de sua matilha/família.
Deixar um cachorro sozinho por muito tempo é, na verdade, uma das piores formas de maltratá-lo, pois ele normalmente não possui constituição psíquica para isso. Como já dito: cães vivem em matilhas, nunca sozinhos.
Um cão que fica preso em casa e passa muitas horas sozinho, termina sofrendo de tédio, apatia ou até mesmo de depressão. Uns podem se tornar agressivos contra os donos e desenvolver a tendência de destruir as coisas na casa (que é uma forma de liberar sua frustração e de pedir ajuda e atenção!).
Evite deixar seu cachorro sozinho por muitas horas
É claro que nem todo cachorro é igual e alguns são mais sensíveis que outros, mas todos os cães sofrem quando ficam muito tempo sozinhos. Evite, portanto, deixar seu cachorro só por muitas horas.
O tempo que um cachorro pode ficar só sem sofrer varia de animal para animal, mas se encontra normalmente entre 2 e 4 horas. O máximo de 6 horas jamais deveria ser ultrapassado.
Se você trabalha fora e não pode levar seu cão consigo, reflita se realmente está em condições de criar um cachorro ou busque uma forma de não deixá-lo só por muito tempo.
Uma alternativa seria pedir para alguém tomar conta dele enquanto você estiver fora. Se a pessoa não puder levá-lo para casa e tomar conta dele o tempo todo, peça para ela passar pelo menos de tempo em tempo para dar ao animal um pouco de atenção e lhe fazer companhia.
Outra possibilidade seria a de ter mais um cachorro, pois assim eles fariam companhia um ao outro (mas atenção: o fato de ter dois cachorros não seria carta branca para ficar fora por muito tempo e largar os animais sozinhos. Juntos eles sofrem menos, mas, ainda assim: eles sentem sua falta e precisam de sua companhia!).
Cuide bem de seus animais e lembre-se: quem ama, cuida, se informa e respeita 


Os florais são excelentes para ajudar o animal na sua adaptação a nova realidade que agora está ou estará inserido. Pense sempre no emocional do seu Filho Pet, ele só tem você.



Vem que te conto porque donos de gatos são tudo de bom...

Pessoas que gostam de gatos ou de cachorros têm personalidades bastante distintas. Enquanto os amantes de cachorros são mais sociáveis, os donos de gato são quase sempre dotados de um sedutor ar de mistério.
Resultado de imagem para dona e gatoUm estudo realizado por pesquisadores da Universidade Carroll, nos Estados Unidos, mostrou que donos de gato têm uma alma livre, ou seja, não se prendem tanto às regras. Também são pessoas dotadas de grande sensibilidade, com um ar de introspecção notório e bastante abertas a novas experiências.
Para Denise Guastello, professora de psicologia e principal autora desse estudo, as diferenças de personalidade entre donos de gato e de cachorro podem estar relacionadas ao tipo de ambiente que essas pessoas preferem. Donos de cachorro gostam mais de sair, levar seu animal para passear, ver outras pessoas enquanto que donos de gatos, por serem mais introspectivos e dotados de grande sensibilidade, quase sempre preferem ficar em casa lendo um livro.
Se observarmos bem, donos de gatos têm uma característica muito importante: eles sabem respeitar a forma de agir do seu animal de estimação, sem exigir que o felino se expresse desse ou daquele jeito. Não exercem com seu animal qualquer relação de posse. Não exigem uma atenção desmedida ou eufórica, tão própria dos cães, para se sentirem amados. Não têm dentro de casa um animal que os vê como mestres, mas um de índole livre que os vê como igual.
Donos de gato têm, através do convívio com o seu animal, a possibilidade diária de exercitar a aceitação, e consequentemente, tomam como natural que os outros sejam como são. Em geral são pessoas que dão mais espaço àqueles com os quais se relacionam e percebem mais através da observação e menos através das palavras. Também é assim a linguagem felina, pois quase sempre ela se faz silenciosa. O gato observa muito antes de chegar até onde quer chegar.
Quem tem gato sabe que um gato não dissimula afeto. Não conhece o que é ser obrigado. Não se rende às ordens humanas. Para o gato, seu dono é um companheiro pelo qual ele terá uma imensa admiração ou aversão. E a admiração dele nunca é gratuita. Ela é conquistada no dia a dia e exige que o dono seja uma pessoa confiante.
Imagem relacionadaTer um gato é no fundo um jogo de conquista. Um jogo de verdades sem medidas. De sorrisos velados ou dentes serrados, tudo isso sem alardes. Um dono de gato provavelmente não curtirá relacionamentos recheados de demonstrações gritantes de afeto. Não terá necessidade de controlar os passos do seu parceiro. Não mendigará afeto ou tentará comprá-lo com o que é efêmero. Nada se obriga numa relação verdadeira entre duas pessoas. Na relação com um gato também não.
Um gato não ama por piedade ou interesse, ama porque reconhece em seu dono uma alma livre e poderosa, dotada de firmeza e cheia de amor-próprio, assim como a dele.
Dessa forma, não é difícil perceber que no quesito relacionamento donos de gatos estão um passo à frente. Respeitar a forma de amar do outro é muito importante para garantir a saúde de qualquer relação. E isso, dentre outras coisas, é algo muito bem sabido por quem tem um bichano ao alcance da mão.
                                                        Vanelli Doratioto – Alcova Moderna.

Terapia Pet Floral


Resultado de imagem para jackline pintoTerapia Pet Floral Domiciliar 


Grande SP e Vale dos Paraíba



O que é a Terapia Pet Floral com Dicas Comportamentais?

A Terapia Pet Floral consiste em uma avaliação minuciosa do animal no meio em que está inserido, desde seu nascimento até o momento presente.
 Essa avaliação dura por volta de 1 hora e durante esta serão indicadas algumas dicas para mudanças comportamentais e também os Florais específicos para o animal e sua família.
As alterações comportamentais são muito importantes e complementares, pois aceleram o efeito dos Florais. 
Quando temos um comportamento que reforça o que está errado, ele irá trabalhar de forma oposta à ação dos florais podendo por muitas vezes impedir o resultado positivo almejado pela utilização dos Florais.
Nessa terapia indico também os florais para os "Pais de Pet", para que a mudança seja harmônica e em todo meio no qual o animal está inserido.
Na Terapia Pet Floral com Dicas Comportamentais irei acompanhar por volta de 3 meses. Cada frasco dura por volta de 20 dias, então a assistência (retorno) dentro do mesmo valor será até o fim do terceiro frasco ou no máximo 3 meses após a data do primeiro atendimento.


- Para realização da Terapia Pet Floral com Dicas Comportamentais- 

1- Entre em contato conosco pelo Whatsapp para o agendamento:
http://api.whatsapp.com/send?1=pt_BR&phone=5512988771614 


2- Após agendamento mande email para floralpet@gmail.com , com um relato com o máximo de detalhes possível sobre o animal desde o seu nascimento até o momento presente, deixando em destaque o principal problema emocional. 



-Maiores Informações, valores e agenda floralpet@gmail.com   (12) 988877-1614 

Cães tem poder de cura?

A empatia dos cachorros: um poder que cura



 A ciência conseguiu demonstrar algo que muitas pessoas já sabiam: a empatia dos cachorros. Os cachorros se conectam com o estado emocional das pessoas de maneira quase imediata. No entanto, suas capacidades vão um pouco mais além dessa fascinante conexão porque também demonstram o desejo expresso e altruísta de oferecer consolo, de aliviar a angústia emocional e a tristeza.
Nós sabemos que qualquer pessoa que tenha um ou mais cachorros vai concordar com as conclusões obtidas nesse estudo realizado na Universidade de Londres sobre esse tema. Nós sabemos que esses amigos de quatro patas, nariz úmido e olhar fiel se sintonizam imediatamente com a nossa alegria e, principalmente, com os nossos sofrimentos. Por isso não hesitam nem por um momento em lamber nossa mão, em colocar nos nossos pés o brinquedo preferido deles ou em se sentar no nosso colo como crianças que tentam nos roubar um sorriso.
A empatia dos cachorros, essa habilidosa leitura sobre nossos estados de espírito tem, na realidade, nuances ainda mais surpreendentes que são explicadas nesse mesmo estudo. Um exemplo disso podemos ver em um caso bastante específico. Benjamin Stepp é um veterano de guerra, ele esteve na guerra do Iraque e hoje vive com uma linda labradora chamada Arleigh. Esse jovem sofreu uma lesão cerebral traumática que cada dia aparece em forma de súbitos ataques de dor que imobilizam suas pernas.
Arleigh pressente quando esses ataques vão acontecer e vai imediatamente até o seu dono com um objetivo muito específico: dar apoio, carinho, diminuir a ansiedade e controlar sua respiração para que a dor vá embora o mais rápido possível. Essa relação entre ambos é tão fascinante que uma etóloga, Natalia Alburquerque, está estudando o caso. Sabe-se que os cachorros “farejam” certas mudanças metabólicas no nosso organismo que se traduzem, por exemplo, em quedas do nível de açúcar no sangue, ataques de epilepsia e, nesse caso, no aparecimento da dor.
No entanto, um dos aspectos que mais surpreendem em tudo isso é a fidelidade e o altruísmo desses animais. Eles não querem nada em troca, seu sentido de proteção e sua ligação são tão intensos que o mero fato de proporcionarem alívio e bem-estar já é gratificante para eles e os deixa satisfeitos.

O contágio emocional nos cachorros, uma forma primitiva de empatia

Os etólogos e os psicólogos especializados no mundo animal nos mostram um aspecto importante. Não podemos comparar a empatia humana com a empatia dos cachorros.Nesse último caso, é preferível falar de um “contágio emocional”, uma forma muito primitiva de empatia e que, segundo Ted Ruffman, psicólogo da Universidade de Otago poderia ser comparada ao que, por exemplo, uma criança de três anos de idade pode ter.
Também é preciso levar em consideração que a empatia é uma dimensão psicológica complexa, na qual processos cognitivos muito sofisticados estão em funcionamento. Na empatia dos cachorros, o que chama a atenção é a facilidade que eles têm para ler nossas expressões faciais, nosso tom de voz e a atitude natural de “se contagiar” emocionalmente com os mesmos estados que estamos. No entanto, caso essa emoção seja negativa, eles imediatamente dão início a comportamentos voluntários para oferecer ajuda, apoio e bem-estar.
Esse último aspecto é, sem dúvidas, um tema que sempre deixou os especialistas fascinados.  A razão de por que os cachorros mostram um vínculo tão forte conosco pode ser encontrada nos nossos ancestrais, no nosso passado mais primitivo. Edward Osborne Wilson é um entólogo e biólogo norte-americano que nos explica nos seus múltiplos trabalhos aspectos realmente interessantes.

Cachorros e humanos: um vínculo muito antigo

O ser humano estabeleceu um vínculo emocional muito intenso com os cachorros desde as épocas mais remotas, aquelas nas quais nossa máxima prioridade era sobreviver. Uma das teorias do doutor Edward Osborne é que aqueles humanos que contavam com a companhia de vários cachorros nos seus grupos sociais tinham maiores chances de continuar com vida do que aqueles que ainda não tinha estabelecido esse vínculo.
  • Ter tido um ou vários cachorros nos nossos primeiros assentamentos sociais significava estar mais unido à natureza, aos seus ciclos e a encontrar também mais recursos com os quais sobreviver: água, caça, plantas comestíveis… De fato, há várias pinturas rupestres nas quais se pode ver esse tipo de interação.
  • A companhia desses animais nos conferiu desde muito cedo um tipo de satisfação vital muito relevante, dando forma a um laço no qual estavam envolvidos inúmeros mecanismos biológicos.
  • Sabe-se, por exemplo, que olhar nos olhos de um cachorro faz com que nosso cérebro libere oxitocina, o hormônio do carinho, do cuidado e do vínculo.
Essa interação constante iniciada desde aquelas épocas mais remotas estabeleceu uma sofisticada relação na qual os cachorros não demoraram a reconhecer nossas emoções e na qual nós aprendemos a vê-los como membros dos nossos grupos sociais. A empatia dos cachorros é uma realidade que sempre nos acompanhou.

Basta olhar para um cachorro para sorrir imediatamente

Nossos cachorros nunca vão nos dizer para recolher as coisas com mais calma. Não vão nos dizer para mudar de trabalho, para darmos outra oportunidade ao nosso ex ou para não nos importarmos mais com aquela amiga que nos traz mais problemas que benefícios. Eles nunca vão recomendar nada, não julgarão nem criticarão nenhuma das suas decisões. Seus cachorros se limitarão a “estar” aí com você, dando o melhor de si mesmos em troca de nada. E qual seria um dos comportamentos mais claros da empatia dos cachorros?
Por mais curioso que possa parecer é o que eles sempre fizeram: conviver conosco desde o tempo dos nossos antepassados. Os caçadores coletores europeus começaram a domesticar as crias dos lobos mais dóceis que rondavam seus assentamentos em busca de comida. Nós os tornamos nossos e eles nos pegaram para si em uma aliança duradoura e maravilhosa. Por isso, a maioria das pessoas não consegue evitar um sorriso quando o seu olhar encontra o de um cachorro.
Nós nos reconhecemos e nossos mecanismos biológicos interagem para produzir respostas emocionais positivas. Eles foram nossa aliança no passado e são nossos aliados terapêuticos no presente. Os cães nos trazem tranquilidade, nos fazem sorrir, ativam nossas endorfinas, nossa oxitocina, diminuem o sentimento de solidão e, até mesmo, reduzem nossa sensação de dor…
Para concluir, colocar em dúvida o poder emocional dos cachorros e sua habilidade de empatia é com certeza um erro imperdoável. Porque neles temos nossos heróis anônimos de quatro patas com os quais estamos tão em dívida: os cães guia, os cachorros que acompanham diariamente crianças com deficiência ou idosos dependentes. Em resumo, todos esses grandes amigos que nós adoramos e que não hesitamos em considerar como parte incontestável da nossa família.


Fonte: https://amenteemaravilhosa.com.br/empatia-dos-cachorros/ 

Como os cães escolhem os seus donos...

“Muita gente pensa que os cães escolhem seus humanos preferidos de acordo com a quantidade de comida e de tempo que cada pessoa dá ao animal. Mas a preferência dos cachorros pode ser um pouco mais complexa.
Apesar de tempo e alimentação serem bem importantes, existem vários outros fatores que podem influenciar a decisão dos cachorros sobre quem é o seu humano favorito na casa.
Um dos pontos mais importantes e que vai fazer com que o animal desenvolva laços bem fortes com o ser humano é a interação e socialização com o animal nos primeiros meses de vida ou quando ele chega em seu novo lar.
Até os seis meses de vida, os cérebros dos filhotes de cachorro são muito receptivos, então as experiências sociais que eles têm podem influenciar pelo resto de suas vidas. Por isso é tão importante nesse período que o cão tenha uma grande diversidade de interações positivas com uma grande variedade de pessoas, lugares e coisas.
Por exemplo, se durante esse período o cãozinho for criado apenas por mulheres ou tiver uma interação bem maior com humanos do sexo feminino, eles ficarão bem mais confortáveis na presença de mulheres e poderão não se dar tão bem com homens. Isso pode explicar, inclusive, o comportamento de cães que são adotados já mais velhos.
Porém, nunca é tarde para começar a socializar seu cãozinho. Quanto mais experiências eles e quanto mais pessoas eles conhecerem, será mais fácil ele se dar bem com novos humanos e fazer amigos.
Se você alimentar o cão, mas não oferecer para ele carinho e nem um tempo de qualidade para ficar com ele, o cão poderá trocá-lo facilmente por outro humano que goste de brincar e dar mais atenção para o animal. Atenção e carinho são coisas muito valorizadas pelos animais e que ajudam a estreitar os laços com seu humano.
Além disso, o cão pode associar a presença de certo humano com coisas divertidas e felizes, por isso é tão importante dar ao seu animal um tempo de qualidade. Não adianta ficar ao lado dele enquanto resolve coisas ao celular ou computador, os animais precisam de atenção. Brinque com seu cão, passeie com ele e converse. Conversar com os cachorros faz bem para eles e para os humanos.”

Fonte: I Heart Dogs - via Portal do Dog

Agressividade em Gatos

A Agressão em gatos geralmente está em  segundo lugar nos problemas de comportamento felinos.
Um gato agressivo em casa se torna um perigo, pois além do risco que representava aos membros da família, o gato geralmente também pode expressar seu comportamento de modo errôneo ao nosso ver.
 Nem todos os gatos mostram sua agressão da mesma maneira, alguns cheiram e tentam interagir muito pouco e em seguida mostram o descontentamento e agridem, outros chegam atacando diretamente as pessoas de forma violenta.
 Muitas vezes, essas manifestações violentas não são levadas com a devida importância pelos proprietários. 
Devemos lembrar que qualquer manifestação de agressão felina que surge com frequência é a intensidade deve ser avaliado por um veterinário ou um especialista em comportamento.
O melhor a se fazer é não tentar estimular, provocar ou encorajar um comportamento agressivo, como provoca-los com as nossas mãos e ou permitir mordidas ou arranhões. 
Devemos antes de qualquer coisa frente a esse comportamento agressivo, descartar problemas físicos, como possíveis doenças que podem causar dores, como por exemplo: Cistite, problemas dentários, artrite, doenças do sistema nervoso, entre outras.
Quando for ao veterinário o ideal é  fornecer dados altamente precisos e detalhados sobre o seu comportamento dele desde seu nascimento até o real momento.
Essas informações são importantes:
- Temperamento:  dominante, assustador, independente, etc.
- Idade de início de agressão
- Suas atitudes corporais, posturas, movimentos, expressões faciais, como a posição das orelhas, olhos
 - Os sons emitidos pelo gato, chora, bufa, etc.
- Em que situações a agressão ocorre se durante o jogo, quando carícias, etc.
- Intensidade de ataques
- Como lida cada membro da família com os ataques

Devemos esclarecer que os gatinhos e gatos jovens tendem a mostrar sinais de agressão durante as brincadeiras, porque eles estão aprendendo, porque são caçadores predadores inatos. 
O maior erro do proprietário é  reforçar esses comportamentos agressivos em brincadeiras cada vez mais violentas, porque isso pode levar a ataques cada vez mais graves no futuro.
Sinais durante a brincadeira que não devem ser permitidos:
- Situações que o gato avança
- Mordidas e arranhões

Nós nunca devemos puni-los fisicamente, isso não é eficaz e só vai aumentará a tensão, aumentando ainda mais sua agressividade. Nem devemos oferecer prêmios, carícias ou alimentos para tentar acalmar um gato agressivo, pois você irá reforçar um comportamento errôneo

Algumas dicas para lidar com os gatos agressivos: 

- Não propor brincadeiras agressivas
- Evite qualquer tipo de punição física
- Desviar a sua atenção durante o fato.
- Avaliar a possibilidade de adicionar um outro gato, pois isso permitirá que as brincadeiras de  "caça" não caia sobre os seres humanos
- Separe o animal para outro quarto imediatamente após a agressão, deixe lá por alguns minutos e repita isso quantas vezes for necessário. 
Essas são algumas dicas, mas a primeira coisa que devemos fazer é consultar um profissional para descartar possíveis problemas de doenças relacionadas.

Sinais no gato de Agressão:
- Pupilas dilatadas
- Olhando para a pessoa que vai ser atacado com bigodes e pescoço esticado e orelhas para trás
- pelo eriçado para trás.

Os Florais atuam de forma maravilhosa, traz o equilíbrio e paz na convivência familiar.
Nesses casos de Agressividade trato sempre o Gatinho e seu Pai Pet, pois ambos trocam a mesma energia.
Conheçam mais sobre os Florais de Bach no Comportamento Animal
                                                                                                       Jackline Pinto


Entrevista Globo- 16/08/2009- Vinícius Val Verde

Deixe seu email e receba nossas atualizações:

Confiram nossa entrevista 17/10/2011- Cristina Pinho entrevista Dra.Jackline Pinto

38 essências Florais

Os Florais de Bach atuam equilibrando as emoções de todos os seres vivos- Humanos, animais e vegetais.... e consequentemente alterando comportamentos... Abordagem simples das 38 essências dos florais de Bach:
Agrimony (para animais que demonstram alegria e estão tristes)
Aspen (para medo de algo que não se define)
Beech (para o critico e intolerante)
Cerato ( para falta de segurança e confiança em si mesmo)
Crab Apple (para fraca imagem de si, pessoa que não se aceita)
Clematis (para os que andam com a cabeça nas nuvens)
Centaury (para quem é submisso)
Cherry Plum (Para medo de perder o controle)
Chestnut Bud (para dificuldade de aprendizado)
Chicory ( para possessividade)
Elm (para sobrecarga de obrigações)
Gorse (para falta de esperança)
Gentian (para desanimo nas dificuldades)
Hornbean (para preguiça, falta de energia)
Heather (para os que chamam atenção a todo custo)
Honeysuckle (para os ligados ao passado ou aos que se foram)
Holly (para quem tem raiva)
Impatiens (para os que querem tudo no seu tempo e na sua hora)
Larch (para falta de confiança)
Mimulus (Para medo de coisas definidas)
Mustard (para depressão, tristeza profunda sem explicação)
Olive (para falta de energia vital)
Oak (para quem, mesmo cansado, continua a trabalhar)
Pine (para culpa)
Red Chestnut ( para preocupação excessiva com alguém amado)
Rock Rose (Para pânico)
Rock Water (para o inflexível, que impõe a si padrões elevados)
Star of Bethlehem (para trauma)
Scleranthus ( para incerteza e desequilíbrio)
Sweet Chestnut (para sofrimento profundo)
Vervain (para animais eufóricos, hiperativos)
Vine (para o dominador e inflexível)
Wild Oat (para decidir o novo caminho a seguir)
Walnut (para situações de mudança)
White Chestnut (para situações repetitivas, ciclicas)
Water Violet (para os fechados nas emoções, solitários)
Willow (para autopiedade, ressentimento)
Wild Rose (para depressão, resignação)
** Rescue- Star of Bethlehem+ Clematis+Rock Rose+ Cherry Plum+Impatiens
Jackline Pinto

Eu e Dra.Carmem Monari, Diretora do Bach Center no Brasil

Eu e Dra.Carmem Monari, Diretora do Bach Center no Brasil

Dani Franco entrevista Dra.Jackline Pinto no Click TV UOL

Dani Franco entrevista Dra.Jackline Pinto no Click TV UOL

Tv Mundi - Dra.Patrícia Bastos entrevista Dra.Jackline Pinto

Tv Mundi - Dra.Patrícia Bastos entrevista Dra.Jackline Pinto
Florais para Animais em 08/11/2011

Cristina Pinho entrevista Dra.Jackline Pinto

Cristina Pinho entrevista Dra.Jackline Pinto
Just TV

Palestra "Florais para Cães"-Livraria Cultura Shopping Bourbon 18/09/09

Palestra "Florais para Cães"-Livraria Cultura Shopping Bourbon 18/09/09

Você ja utilizou os Florais de Bach em vc ou em seu animalzinho?