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Nunca deixe um cachorro sozinho por muito tempo, pois ele sofre. E muito!

Belo era um cachorro brincalhão, que dava muitas alegrias a seus humanos. Ele fora adotado pela família na época em que a mãe estava grávida e de licença-maternidade. Assim, Belo vivia integrado na família, tendo sempre a companhia de alguém.
Nunca deixe um cachorro sozinho por muito tempo, pois ele sofre. E muito!Um tempo depois, a criança foi para uma creche e a mãe voltou a trabalhar. Depois da creche, a criança era buscada pelos avós, que a levavam para casa, onde ficava então até a mãe voltar, o que normalmente ocorria 8 a 10 horas depois. 
Belo passava todo esse tempo sozinho em casa.
Aos poucos, o animal foi esmorecendo, perdendo seu jeito alegre, ficava triste pelos cantos durante o dia todo, aguardando a família chegar. Quando alguém chegava, ele ficava tão ansioso que não se controlava, latia e uivava e urinava involuntariamente por causa da apreensão segurada durante todo o dia.
Pela manhã, antes da mãe sair para levar a criança para a creche e depois ir trabalhar, Belo começou a ficar agressivo e rabugento, pois não queria que todos fossem embora e o deixassem novamente sozinho. Isso fazia com que Belo começasse a destruir literalmente toda a casa assim que ficava só, roendo sapatos, rasgando o sofá e aprontando até cansar e cair exausto e deprimido em um canto para, apático, esperar pelo retorno de sua matilha.
Situação horrível, não? Mas é bem mais comum do que se imagina, assim ou de forma semelhante.
Cachorros são animais altamente sociais, que vivem em matilhas
Como seus parentes selvagens, os lobos, os cães também precisam do grupo para se sentirem úteis e bem. Cachorros precisam da companhia de sua matilha/família.
Deixar um cachorro sozinho por muito tempo é, na verdade, uma das piores formas de maltratá-lo, pois ele normalmente não possui constituição psíquica para isso. Como já dito: cães vivem em matilhas, nunca sozinhos.
Um cão que fica preso em casa e passa muitas horas sozinho, termina sofrendo de tédio, apatia ou até mesmo de depressão. Uns podem se tornar agressivos contra os donos e desenvolver a tendência de destruir as coisas na casa (que é uma forma de liberar sua frustração e de pedir ajuda e atenção!).
Evite deixar seu cachorro sozinho por muitas horas
É claro que nem todo cachorro é igual e alguns são mais sensíveis que outros, mas todos os cães sofrem quando ficam muito tempo sozinhos. Evite, portanto, deixar seu cachorro só por muitas horas.
O tempo que um cachorro pode ficar só sem sofrer varia de animal para animal, mas se encontra normalmente entre 2 e 4 horas. O máximo de 6 horas jamais deveria ser ultrapassado.
Se você trabalha fora e não pode levar seu cão consigo, reflita se realmente está em condições de criar um cachorro ou busque uma forma de não deixá-lo só por muito tempo.
Uma alternativa seria pedir para alguém tomar conta dele enquanto você estiver fora. Se a pessoa não puder levá-lo para casa e tomar conta dele o tempo todo, peça para ela passar pelo menos de tempo em tempo para dar ao animal um pouco de atenção e lhe fazer companhia.
Outra possibilidade seria a de ter mais um cachorro, pois assim eles fariam companhia um ao outro (mas atenção: o fato de ter dois cachorros não seria carta branca para ficar fora por muito tempo e largar os animais sozinhos. Juntos eles sofrem menos, mas, ainda assim: eles sentem sua falta e precisam de sua companhia!).
Cuide bem de seus animais e lembre-se: quem ama, cuida, se informa e respeita 


Os florais são excelentes para ajudar o animal na sua adaptação a nova realidade que agora está ou estará inserido. Pense sempre no emocional do seu Filho Pet, ele só tem você.



Vem que te conto porque donos de gatos são tudo de bom...

Pessoas que gostam de gatos ou de cachorros têm personalidades bastante distintas. Enquanto os amantes de cachorros são mais sociáveis, os donos de gato são quase sempre dotados de um sedutor ar de mistério.
Resultado de imagem para dona e gatoUm estudo realizado por pesquisadores da Universidade Carroll, nos Estados Unidos, mostrou que donos de gato têm uma alma livre, ou seja, não se prendem tanto às regras. Também são pessoas dotadas de grande sensibilidade, com um ar de introspecção notório e bastante abertas a novas experiências.
Para Denise Guastello, professora de psicologia e principal autora desse estudo, as diferenças de personalidade entre donos de gato e de cachorro podem estar relacionadas ao tipo de ambiente que essas pessoas preferem. Donos de cachorro gostam mais de sair, levar seu animal para passear, ver outras pessoas enquanto que donos de gatos, por serem mais introspectivos e dotados de grande sensibilidade, quase sempre preferem ficar em casa lendo um livro.
Se observarmos bem, donos de gatos têm uma característica muito importante: eles sabem respeitar a forma de agir do seu animal de estimação, sem exigir que o felino se expresse desse ou daquele jeito. Não exercem com seu animal qualquer relação de posse. Não exigem uma atenção desmedida ou eufórica, tão própria dos cães, para se sentirem amados. Não têm dentro de casa um animal que os vê como mestres, mas um de índole livre que os vê como igual.
Donos de gato têm, através do convívio com o seu animal, a possibilidade diária de exercitar a aceitação, e consequentemente, tomam como natural que os outros sejam como são. Em geral são pessoas que dão mais espaço àqueles com os quais se relacionam e percebem mais através da observação e menos através das palavras. Também é assim a linguagem felina, pois quase sempre ela se faz silenciosa. O gato observa muito antes de chegar até onde quer chegar.
Quem tem gato sabe que um gato não dissimula afeto. Não conhece o que é ser obrigado. Não se rende às ordens humanas. Para o gato, seu dono é um companheiro pelo qual ele terá uma imensa admiração ou aversão. E a admiração dele nunca é gratuita. Ela é conquistada no dia a dia e exige que o dono seja uma pessoa confiante.
Imagem relacionadaTer um gato é no fundo um jogo de conquista. Um jogo de verdades sem medidas. De sorrisos velados ou dentes serrados, tudo isso sem alardes. Um dono de gato provavelmente não curtirá relacionamentos recheados de demonstrações gritantes de afeto. Não terá necessidade de controlar os passos do seu parceiro. Não mendigará afeto ou tentará comprá-lo com o que é efêmero. Nada se obriga numa relação verdadeira entre duas pessoas. Na relação com um gato também não.
Um gato não ama por piedade ou interesse, ama porque reconhece em seu dono uma alma livre e poderosa, dotada de firmeza e cheia de amor-próprio, assim como a dele.
Dessa forma, não é difícil perceber que no quesito relacionamento donos de gatos estão um passo à frente. Respeitar a forma de amar do outro é muito importante para garantir a saúde de qualquer relação. E isso, dentre outras coisas, é algo muito bem sabido por quem tem um bichano ao alcance da mão.
                                                        Vanelli Doratioto – Alcova Moderna.

Terapia Pet Floral Online ou Consulta Floral...

Terapia Pet Floral Online

Nessa correria do mundo moderno, busquei e encontrei uma forma de poder estar ajudando as pessoas de uma forma mais prática e viável e com o mesmo carinho e cuidado que sempre dediquei pessoalmente aos meus pacientes e clientes. Podemos conversar por email, Skype ou telefone. Aguardo o Contato.
Abraço Jackline Pinto

Temos dois tipos de Terapia Floral:
 com Dicas Comportamentais e sem Dicas Comportamentais, escolha o que melhor lhe convir , abaixo maiores informações.

A-O que é a Terapia Pet Floral com Dicas Comportamentais?

A Terapia Pet Floral Online consiste em uma avaliação minuciosa do animal no meio em que está inserido, desde seu nascimento até o momento presente. Essa avaliação dura por volta de 1 hora e durante esta serão indicadas algumas dicas para mudanças comportamentais e também os Florais específicos para o animal e sua família.
As alterações comportamentais são muito importantes e complementares, pois aceleram o efeito dos Florais. Quando temos um comportamento que reforça o que está errado, ele irá trabalhar de forma oposta à ação dos florais podendo por muitas vezes impedir o resultado positivo almejado pela utilização dos Florais.
Nessa terapia indico também os florais para os "Pais de Pet", para que a mudança seja harmônica e em todo meio no qual o animal está inserido. Poderemos conversar por Skype, Whatsapp,email ou telefone.
     Na Terapia Pet Floral com Dicas Comportamentais irei acompanhar por volta de 3 meses, o mesmo problema do mesmo animal, isso quer dizer que irei fazer uma análise por email enviado pelo proprietário á cada fim de frasco de floral, retornarei os emails com a nova formulação de floral. Cada frasco dura por volta de 20 dias, então a assistência (retorno) dentro do mesmo valor será até o fim do terceiro frasco ou no mãximo 3 meses após a data do primeiro atendimento.

- Passo á passo para realização da Terapia Pet Floral online com Dicas Comportamentais?

1-O valor é de R$170,00( Cento e setenta reais) por animal.

2- Formas de pagamento:

* Depósito Bancário- o pagamento deve ser feito a vista e antecipadamente -
Banco Bradesco- Agência: 0858 (-3 se pedir) Conta Poupança-7249-4, encaminhar comprovante do depósito  para floralpet@gmail.com

* Pagseguro o pagamento deve ser feito no link abaixo.



 
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B- Como realizar a Terapia Pet Floral online sem Dicas Comportamentais?

A indicação online dos Florais para seu Pet, consiste na avaliação, orientação de como utilizar e na indicação dos melhores Florais de Bach para equilibrar as emoções em desequilíbrio de seu pet, também serão indicados os Florais de Bach para os Pais de Pet, pois não só o animal mas todos que com ele convivem deverão ficar em equilíbrio. Essa avaliação será única e realizada pela Dra. Jackline Pinto, terá durabilidade média de 20 minutos. Poderemos conversar por Skype, Whatsapp, email ou telefone.

- Passo á passo para realização da Terapia Pet Floral online sem Dicas Comportamentais?

1-O valor é de R$ 65,00( sessenta e cinco reais) por animal.

2- Formas de pagamento:

* Depósito Bancário- o pagamento deve ser feito a vista e antecipadamente -
Banco Bradesco- Agência: 0858(-3 se pedir)  Conta Poupança-7249-4, encaminhar comprovante do depósito  para floralpet@gmail.com

* Pagseguro o pagamento deve ser feito no link abaixo.
Após o pagamento mande email para floralpet@gmail.com , com um relato com o máximo de detalhes possível sobre o animal desde o seu nascimento até o momento presente, deixando em destaque o principal problema emocional. 

3- Horário:  Agendaremos um horário, dentro desse período: 
Segunda a Sexta das 8:00hs ás 17:00hs 
Sábados das 8:00hs ás 11:00hs. 
Verifique os melhores horários para vc e já envie sua sugestão.

Maiores Informações (12) 98877-1614  Atenciosamente Equipe Florais para Cães

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Cães tem poder de cura?

A empatia dos cachorros: um poder que cura



 A ciência conseguiu demonstrar algo que muitas pessoas já sabiam: a empatia dos cachorros. Os cachorros se conectam com o estado emocional das pessoas de maneira quase imediata. No entanto, suas capacidades vão um pouco mais além dessa fascinante conexão porque também demonstram o desejo expresso e altruísta de oferecer consolo, de aliviar a angústia emocional e a tristeza.
Nós sabemos que qualquer pessoa que tenha um ou mais cachorros vai concordar com as conclusões obtidas nesse estudo realizado na Universidade de Londres sobre esse tema. Nós sabemos que esses amigos de quatro patas, nariz úmido e olhar fiel se sintonizam imediatamente com a nossa alegria e, principalmente, com os nossos sofrimentos. Por isso não hesitam nem por um momento em lamber nossa mão, em colocar nos nossos pés o brinquedo preferido deles ou em se sentar no nosso colo como crianças que tentam nos roubar um sorriso.
A empatia dos cachorros, essa habilidosa leitura sobre nossos estados de espírito tem, na realidade, nuances ainda mais surpreendentes que são explicadas nesse mesmo estudo. Um exemplo disso podemos ver em um caso bastante específico. Benjamin Stepp é um veterano de guerra, ele esteve na guerra do Iraque e hoje vive com uma linda labradora chamada Arleigh. Esse jovem sofreu uma lesão cerebral traumática que cada dia aparece em forma de súbitos ataques de dor que imobilizam suas pernas.
Arleigh pressente quando esses ataques vão acontecer e vai imediatamente até o seu dono com um objetivo muito específico: dar apoio, carinho, diminuir a ansiedade e controlar sua respiração para que a dor vá embora o mais rápido possível. Essa relação entre ambos é tão fascinante que uma etóloga, Natalia Alburquerque, está estudando o caso. Sabe-se que os cachorros “farejam” certas mudanças metabólicas no nosso organismo que se traduzem, por exemplo, em quedas do nível de açúcar no sangue, ataques de epilepsia e, nesse caso, no aparecimento da dor.
No entanto, um dos aspectos que mais surpreendem em tudo isso é a fidelidade e o altruísmo desses animais. Eles não querem nada em troca, seu sentido de proteção e sua ligação são tão intensos que o mero fato de proporcionarem alívio e bem-estar já é gratificante para eles e os deixa satisfeitos.

O contágio emocional nos cachorros, uma forma primitiva de empatia

Os etólogos e os psicólogos especializados no mundo animal nos mostram um aspecto importante. Não podemos comparar a empatia humana com a empatia dos cachorros.Nesse último caso, é preferível falar de um “contágio emocional”, uma forma muito primitiva de empatia e que, segundo Ted Ruffman, psicólogo da Universidade de Otago poderia ser comparada ao que, por exemplo, uma criança de três anos de idade pode ter.
Também é preciso levar em consideração que a empatia é uma dimensão psicológica complexa, na qual processos cognitivos muito sofisticados estão em funcionamento. Na empatia dos cachorros, o que chama a atenção é a facilidade que eles têm para ler nossas expressões faciais, nosso tom de voz e a atitude natural de “se contagiar” emocionalmente com os mesmos estados que estamos. No entanto, caso essa emoção seja negativa, eles imediatamente dão início a comportamentos voluntários para oferecer ajuda, apoio e bem-estar.
Esse último aspecto é, sem dúvidas, um tema que sempre deixou os especialistas fascinados.  A razão de por que os cachorros mostram um vínculo tão forte conosco pode ser encontrada nos nossos ancestrais, no nosso passado mais primitivo. Edward Osborne Wilson é um entólogo e biólogo norte-americano que nos explica nos seus múltiplos trabalhos aspectos realmente interessantes.

Cachorros e humanos: um vínculo muito antigo

O ser humano estabeleceu um vínculo emocional muito intenso com os cachorros desde as épocas mais remotas, aquelas nas quais nossa máxima prioridade era sobreviver. Uma das teorias do doutor Edward Osborne é que aqueles humanos que contavam com a companhia de vários cachorros nos seus grupos sociais tinham maiores chances de continuar com vida do que aqueles que ainda não tinha estabelecido esse vínculo.
  • Ter tido um ou vários cachorros nos nossos primeiros assentamentos sociais significava estar mais unido à natureza, aos seus ciclos e a encontrar também mais recursos com os quais sobreviver: água, caça, plantas comestíveis… De fato, há várias pinturas rupestres nas quais se pode ver esse tipo de interação.
  • A companhia desses animais nos conferiu desde muito cedo um tipo de satisfação vital muito relevante, dando forma a um laço no qual estavam envolvidos inúmeros mecanismos biológicos.
  • Sabe-se, por exemplo, que olhar nos olhos de um cachorro faz com que nosso cérebro libere oxitocina, o hormônio do carinho, do cuidado e do vínculo.
Essa interação constante iniciada desde aquelas épocas mais remotas estabeleceu uma sofisticada relação na qual os cachorros não demoraram a reconhecer nossas emoções e na qual nós aprendemos a vê-los como membros dos nossos grupos sociais. A empatia dos cachorros é uma realidade que sempre nos acompanhou.

Basta olhar para um cachorro para sorrir imediatamente

Nossos cachorros nunca vão nos dizer para recolher as coisas com mais calma. Não vão nos dizer para mudar de trabalho, para darmos outra oportunidade ao nosso ex ou para não nos importarmos mais com aquela amiga que nos traz mais problemas que benefícios. Eles nunca vão recomendar nada, não julgarão nem criticarão nenhuma das suas decisões. Seus cachorros se limitarão a “estar” aí com você, dando o melhor de si mesmos em troca de nada. E qual seria um dos comportamentos mais claros da empatia dos cachorros?
Por mais curioso que possa parecer é o que eles sempre fizeram: conviver conosco desde o tempo dos nossos antepassados. Os caçadores coletores europeus começaram a domesticar as crias dos lobos mais dóceis que rondavam seus assentamentos em busca de comida. Nós os tornamos nossos e eles nos pegaram para si em uma aliança duradoura e maravilhosa. Por isso, a maioria das pessoas não consegue evitar um sorriso quando o seu olhar encontra o de um cachorro.
Nós nos reconhecemos e nossos mecanismos biológicos interagem para produzir respostas emocionais positivas. Eles foram nossa aliança no passado e são nossos aliados terapêuticos no presente. Os cães nos trazem tranquilidade, nos fazem sorrir, ativam nossas endorfinas, nossa oxitocina, diminuem o sentimento de solidão e, até mesmo, reduzem nossa sensação de dor…
Para concluir, colocar em dúvida o poder emocional dos cachorros e sua habilidade de empatia é com certeza um erro imperdoável. Porque neles temos nossos heróis anônimos de quatro patas com os quais estamos tão em dívida: os cães guia, os cachorros que acompanham diariamente crianças com deficiência ou idosos dependentes. Em resumo, todos esses grandes amigos que nós adoramos e que não hesitamos em considerar como parte incontestável da nossa família.


Fonte: https://amenteemaravilhosa.com.br/empatia-dos-cachorros/ 

Como os cães escolhem os seus donos...

“Muita gente pensa que os cães escolhem seus humanos preferidos de acordo com a quantidade de comida e de tempo que cada pessoa dá ao animal. Mas a preferência dos cachorros pode ser um pouco mais complexa.
Apesar de tempo e alimentação serem bem importantes, existem vários outros fatores que podem influenciar a decisão dos cachorros sobre quem é o seu humano favorito na casa.
Um dos pontos mais importantes e que vai fazer com que o animal desenvolva laços bem fortes com o ser humano é a interação e socialização com o animal nos primeiros meses de vida ou quando ele chega em seu novo lar.
Até os seis meses de vida, os cérebros dos filhotes de cachorro são muito receptivos, então as experiências sociais que eles têm podem influenciar pelo resto de suas vidas. Por isso é tão importante nesse período que o cão tenha uma grande diversidade de interações positivas com uma grande variedade de pessoas, lugares e coisas.
Por exemplo, se durante esse período o cãozinho for criado apenas por mulheres ou tiver uma interação bem maior com humanos do sexo feminino, eles ficarão bem mais confortáveis na presença de mulheres e poderão não se dar tão bem com homens. Isso pode explicar, inclusive, o comportamento de cães que são adotados já mais velhos.
Porém, nunca é tarde para começar a socializar seu cãozinho. Quanto mais experiências eles e quanto mais pessoas eles conhecerem, será mais fácil ele se dar bem com novos humanos e fazer amigos.
Se você alimentar o cão, mas não oferecer para ele carinho e nem um tempo de qualidade para ficar com ele, o cão poderá trocá-lo facilmente por outro humano que goste de brincar e dar mais atenção para o animal. Atenção e carinho são coisas muito valorizadas pelos animais e que ajudam a estreitar os laços com seu humano.
Além disso, o cão pode associar a presença de certo humano com coisas divertidas e felizes, por isso é tão importante dar ao seu animal um tempo de qualidade. Não adianta ficar ao lado dele enquanto resolve coisas ao celular ou computador, os animais precisam de atenção. Brinque com seu cão, passeie com ele e converse. Conversar com os cachorros faz bem para eles e para os humanos.”

Fonte: I Heart Dogs - via Portal do Dog

Agressividade em Gatos

A Agressão em gatos geralmente está em  segundo lugar nos problemas de comportamento felinos.
Um gato agressivo em casa se torna um perigo, pois além do risco que representava aos membros da família, o gato geralmente também pode expressar seu comportamento de modo errôneo ao nosso ver.
 Nem todos os gatos mostram sua agressão da mesma maneira, alguns cheiram e tentam interagir muito pouco e em seguida mostram o descontentamento e agridem, outros chegam atacando diretamente as pessoas de forma violenta.
 Muitas vezes, essas manifestações violentas não são levadas com a devida importância pelos proprietários. 
Devemos lembrar que qualquer manifestação de agressão felina que surge com frequência é a intensidade deve ser avaliado por um veterinário ou um especialista em comportamento.
O melhor a se fazer é não tentar estimular, provocar ou encorajar um comportamento agressivo, como provoca-los com as nossas mãos e ou permitir mordidas ou arranhões. 
Devemos antes de qualquer coisa frente a esse comportamento agressivo, descartar problemas físicos, como possíveis doenças que podem causar dores, como por exemplo: Cistite, problemas dentários, artrite, doenças do sistema nervoso, entre outras.
Quando for ao veterinário o ideal é  fornecer dados altamente precisos e detalhados sobre o seu comportamento dele desde seu nascimento até o real momento.
Essas informações são importantes:
- Temperamento:  dominante, assustador, independente, etc.
- Idade de início de agressão
- Suas atitudes corporais, posturas, movimentos, expressões faciais, como a posição das orelhas, olhos
 - Os sons emitidos pelo gato, chora, bufa, etc.
- Em que situações a agressão ocorre se durante o jogo, quando carícias, etc.
- Intensidade de ataques
- Como lida cada membro da família com os ataques

Devemos esclarecer que os gatinhos e gatos jovens tendem a mostrar sinais de agressão durante as brincadeiras, porque eles estão aprendendo, porque são caçadores predadores inatos. 
O maior erro do proprietário é  reforçar esses comportamentos agressivos em brincadeiras cada vez mais violentas, porque isso pode levar a ataques cada vez mais graves no futuro.
Sinais durante a brincadeira que não devem ser permitidos:
- Situações que o gato avança
- Mordidas e arranhões

Nós nunca devemos puni-los fisicamente, isso não é eficaz e só vai aumentará a tensão, aumentando ainda mais sua agressividade. Nem devemos oferecer prêmios, carícias ou alimentos para tentar acalmar um gato agressivo, pois você irá reforçar um comportamento errôneo

Algumas dicas para lidar com os gatos agressivos: 

- Não propor brincadeiras agressivas
- Evite qualquer tipo de punição física
- Desviar a sua atenção durante o fato.
- Avaliar a possibilidade de adicionar um outro gato, pois isso permitirá que as brincadeiras de  "caça" não caia sobre os seres humanos
- Separe o animal para outro quarto imediatamente após a agressão, deixe lá por alguns minutos e repita isso quantas vezes for necessário. 
Essas são algumas dicas, mas a primeira coisa que devemos fazer é consultar um profissional para descartar possíveis problemas de doenças relacionadas.

Sinais no gato de Agressão:
- Pupilas dilatadas
- Olhando para a pessoa que vai ser atacado com bigodes e pescoço esticado e orelhas para trás
- pelo eriçado para trás.

Os Florais atuam de forma maravilhosa, traz o equilíbrio e paz na convivência familiar.
Nesses casos de Agressividade trato sempre o Gatinho e seu Pai Pet, pois ambos trocam a mesma energia.
Conheçam mais sobre os Florais de Bach no Comportamento Animal
                                                                                                       Jackline Pinto


Coprofagia, tem solução!

7 motivos que podem fazer os cães comerem fezes

Além de falta de nutrientes e enzimas, motivos como curiosidade, tédio e imitação de comportamento podem ser as causas para o seu cachorro estar comendo fezes


Os Florais atuam de forma maravilhosa nas causas comportamentais click aqui e conheça mais sobre a TERAPIA PET FLORAL ONLINE

"Você já deve ter visto alguns animais comerem fezes. Esse comportamento, que causa espanto entre os tutores, não é tão incomum entre os cães e acontece independente de o animal ser de rua ou não.
Ao verem seus animais comendo fezes, muitos tutores logo pensam que seus cães estão doentes. A coprofagia, ou o ato de comer fezes (as suas próprias ou a de outros cães), é algo até natural para os animais de estimação, mas existem vários motivos que levam os cachorros a praticarem este ato.
1 – Reciclando nutrientes
Por terem o olfato bastante apurado, os cães conseguem sentir nas suas fezes o cheiro dos nutrientes que não foram digeridos e então comê-las para “reaproveitar” esses nutrientes.
Animais que são alimentados com uma dieta pobre em fibras e/ou proteínas também podem acabar comendo as fezes de outros animais em busca daquilo que lhe falta.
2 – Deficiência de enzimas
Cães que têm deficiência de enzimas digestivas também podem comer fezes como forma de tentar resolver esse problema.
3 – Equilibrar o microbioma intestinal
O intestino é habitado por trilhões de microorganismos que desempenham um papel essencial à saúde. Em um microbioma intestinal saudável, a proporção de bactérias benéficas à saúde supera a de bactérias patogênicas (perigosas). As fezes contêm bactérias e os cães podem comê-las para tentar restaurar o equilíbrio do seu microbioma intestinal.
4 – Curiosidade
Cachorros são animais muito curiosos, principalmente os filhotes. Às vezes eles podem comer fezes apenas por conta da curiosidade que o cheiro delas despertou.
5 – Tédio e/ou fome
O tédio pode causa diversos problemas comportamentais e até de saúde nos cães. O ato de comer fezes também pode ser causado pelo tédio em excesso. A fome também pode fazer com os animais passem a comer fezes, principalmente pelos cheiros de nutrientes que os cães podem sentir ali.
6 – Evitar punições
Os cães conseguem aprender bem onde devem fazer suas necessidades, mas às vezes pode acontecer de fazerem no local errado. Os animais podem comer suas fezes para evitar receber punições por terem defecado em um lugar onde eles sabiam que não poderiam fazer suas necessidades.
7 – Imitação de comportamento
Os cachorros costumam imitar o comportamento de outros cães e até de gatos, então, se eles encontrarem algum animal comendo fezes, eles podem vir a fazer o mesmo.
Fonte: Facebook Dr. Karen Becker"


Entrevista Globo- 16/08/2009- Vinícius Val Verde

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Confiram nossa entrevista 17/10/2011- Cristina Pinho entrevista Dra.Jackline Pinto

38 essências Florais

Os Florais de Bach atuam equilibrando as emoções de todos os seres vivos- Humanos, animais e vegetais.... e consequentemente alterando comportamentos... Abordagem simples das 38 essências dos florais de Bach:
Agrimony (para animais que demonstram alegria e estão tristes)
Aspen (para medo de algo que não se define)
Beech (para o critico e intolerante)
Cerato ( para falta de segurança e confiança em si mesmo)
Crab Apple (para fraca imagem de si, pessoa que não se aceita)
Clematis (para os que andam com a cabeça nas nuvens)
Centaury (para quem é submisso)
Cherry Plum (Para medo de perder o controle)
Chestnut Bud (para dificuldade de aprendizado)
Chicory ( para possessividade)
Elm (para sobrecarga de obrigações)
Gorse (para falta de esperança)
Gentian (para desanimo nas dificuldades)
Hornbean (para preguiça, falta de energia)
Heather (para os que chamam atenção a todo custo)
Honeysuckle (para os ligados ao passado ou aos que se foram)
Holly (para quem tem raiva)
Impatiens (para os que querem tudo no seu tempo e na sua hora)
Larch (para falta de confiança)
Mimulus (Para medo de coisas definidas)
Mustard (para depressão, tristeza profunda sem explicação)
Olive (para falta de energia vital)
Oak (para quem, mesmo cansado, continua a trabalhar)
Pine (para culpa)
Red Chestnut ( para preocupação excessiva com alguém amado)
Rock Rose (Para pânico)
Rock Water (para o inflexível, que impõe a si padrões elevados)
Star of Bethlehem (para trauma)
Scleranthus ( para incerteza e desequilíbrio)
Sweet Chestnut (para sofrimento profundo)
Vervain (para animais eufóricos, hiperativos)
Vine (para o dominador e inflexível)
Wild Oat (para decidir o novo caminho a seguir)
Walnut (para situações de mudança)
White Chestnut (para situações repetitivas, ciclicas)
Water Violet (para os fechados nas emoções, solitários)
Willow (para autopiedade, ressentimento)
Wild Rose (para depressão, resignação)
** Rescue- Star of Bethlehem+ Clematis+Rock Rose+ Cherry Plum+Impatiens
Jackline Pinto

Eu e Dra.Carmem Monari, Diretora do Bach Center no Brasil

Eu e Dra.Carmem Monari, Diretora do Bach Center no Brasil

Dani Franco entrevista Dra.Jackline Pinto no Click TV UOL

Dani Franco entrevista Dra.Jackline Pinto no Click TV UOL

Tv Mundi - Dra.Patrícia Bastos entrevista Dra.Jackline Pinto

Tv Mundi - Dra.Patrícia Bastos entrevista Dra.Jackline Pinto
Florais para Animais em 08/11/2011

Cristina Pinho entrevista Dra.Jackline Pinto

Cristina Pinho entrevista Dra.Jackline Pinto
Just TV

Palestra "Florais para Cães"-Livraria Cultura Shopping Bourbon 18/09/09

Palestra "Florais para Cães"-Livraria Cultura Shopping Bourbon 18/09/09

Você ja utilizou os Florais de Bach em vc ou em seu animalzinho?